Furtos na Escola

Postado em 06/08/2018

Furtos na Escola

Quem nunca ouviu falar, dentro de uma sala de aula, que algum objeto sumiu? Este é um problema comum entre jovens e crianças, dentro das escolas.

Lidar com esse tipo de situação não é nada fácil, pois pode comprometer os professores e os próprios colegas de sala, afinal, as pessoas presentes precisam provar que são inocentes.

Alguns professores exigem que os alunos abram suas mochilas, fiscalizando todos os materiais, ou então questionam se alguém sabe quem foi. Essas práticas podem comprometê-lo, pois algumas pessoas podem se sentir extremamente ofendidas por não terem pego o objeto ou por se sentirem pressionadas a ter que entregar um amigo. Além disso, poderá criar conflitos mais sérios entre os alunos no cotidiano escolar.

Os pais devem estar atentos aos pertences do filho e observar se este não leva para casa coisas diferentes das suas. Caso isso ocorra, é importante mostrar ao filho que devolva o objeto, mesmo que tenha achado e não saiba a quem pertence.

Por isso é essencial que os pais comprem os materiais juntamente com os filhos, pois assim terão condições de lembrar se aquele determinado objeto pertence ou não aos mesmos, se adquiram ou não aquele produto.

Fazer vista grossa, simplesmente aceitando que a criança ou o jovem apareça com coisas estranhas em casa pode fazer com que estes sintam-se encorajados a repetir o ato, uma vez que ninguém percebeu.

O diálogo, tanto em casa como na escola, é uma forma de solucionar o problema, pois através dele consegue-se mostrar valores importantes para a formação dos jovens aprendizes.

Na escola, os professores devem trabalhar no sentido de ajudar na formação ética, da moral, promovendo discussões acerca do problema, levando os alunos a refletirem sobre suas atitudes e quais as consequências e sanções que podem sofrer diante das imposições sociais.

Além disso, poderá ajudar com que o grupo não acuse os colegas, mas que aprendam a lidar com problemas sérios, buscando uma reflexão do porquê isso acontece, e ainda que se coloquem no lugar de quem pegou o objeto, o qual deverá estar intimidado com a situação, além da pessoa que foi furtada, que perdeu não somente um objeto, mas que sente-se como tola, invadida na sua moral.

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